Tuesday, November 10, 2009

the answer

I clearly remember the very first time I saw you. You seem to have changed nothing at all. For all I know, you're still wearing the same clothes. But it's okay, you look good. That's what I thought actually, he looks good. Almost a year after that we've finally met. I remember you bent over to kiss goodbye a little girl and I took a good look at your legs. You're skinny but I fancy skinny guys. I liked it immediately, thought he's sexy as hell. But so far, so good. I'm able to find 38 guys sexy in a calm monday, so it's okay. You're just one of them.
I remember this one time, you were with this 4-years-old girl who wouldn't eat, but then you put her to sit in your lap and you feed her while talking and playing with her. Like she was your own child. You did it with such love that I myself fell in love with you. Way before anything.
Well, after a while I had the pleasure to find out that feeding children is not your only talent. And things got out of control in my head. You were just perfect. But there's no such thing as a perfect man, so we decided it was better if we remain just good friends. It was probably for the best.
It was time to forget the shorter love story ever. It was difficult 'cause of that other talent of yours, which I don't know if it this good or I felt that way for I'm a big fan. Anyway, I did it. I started to think of all the possibilities, of all the fun I had last year aboard and of those who I had fun with. I was suddenly imagining myself having fun and it was not with you anymore. Do you know what it means? It means that yesterday I went to bed actually believing that I had finally forgotten you.
And then I had this dream. You're just holding my hand. Not kissing. Our clothes on. Just holding. It was my mind's answer, telling me that it's not all about sex after all.

There. I said it all.
I am now hoping you have never learned english. :)

 

 

 

Sunday, November 08, 2009

Exame Nacional do Meu Cu

É, todo mundo ficou puto de ter que fazer o enade num domingo ensolarado. Ficamos mais putos ainda pela consideração anal do Governo para com nossos endereços uma vez que todo mundo conseguiu ter que fazer a prova a pelo menos 390km de sua própria residência. Com tanta escola no Butantã, por que eu tive que fazer prova na VILA FORMOSA? Eu respondo: porque senão o pessoal da Vila Formosa não ia ter onde fazer prova. ¬¬"
Mas como esse assunto já saturou na minha cabeça, eu nem vou contar da galera que ficou pra fora porque num chegou a tempo e ficou batendo no portão da escola, gritando palavrões e ameaçando todos de morte. Na hora foi emocionante, mas o enade me cansou.
E, apesar de ter feito uma redação falando do quanto eu odiei ter que fazer essa prova e por quê na Folha de Respostas e, claro, ter feito um desenho alegre de um navio para a pessoa que estiver corrigindo não ficar triste, me arrependo imensamente de não ter usado as marquinhas pretas para meter um smile na prova. Mostrando assim que eu, apesar de tudo, sou feliz.

Ok, looking on the bright side of life, já era mais uma das pensdências chatas da vida. Somando isso ao fato de eu ter finalmente refeito a raspagem no dente e não estou cuspindo sangue - na verdade eu nem tomei anestesia, de tão tranqüilo que foi - já é um adianto na vida. Essa semana eu paro de trabalhar e apresento o TCC. Semana que vem eu provavelmente estarei já sem remédio-chato-que-engorda e vou começar a nadar. Consequentemente, emagrecer. E aí eu já consigo vislumbrar uma luz no fim desse túnel chatinho que eu fui me meter. Claro que as coisas não são sempre lindas assim né? Mas não vamos contar com o ovo no cu da galinha, chorar o leite antes dele derramar e essas metáforas bestas aí.

Para finalizar esse post que é metade amor, metade ódio, uma frase de Willian Shakespeare:
If you're a bitch, start acting like one.

Love,
Natália

 

 

 

Tuesday, November 03, 2009

It's all about sex

Eu tentei inventar uma historinha didática, tentei fazer no formato cartinha em inglês, tentei ser subjetiva naquele estilo de subjetivismo que daqui 5 minutos nem eu entendo o que eu escrevi, tentei escrever um post normal. Mas não consegui. O tema é bom, dá pano pra várias mangas, eu não estou com medinho ou vergoinha de nada. Simplesmente não consegui.
Não consegui transpor de um jeito graciosinho que a galera gosta as minhas últimas conclusões sobre a vida e suas papagaiadas. Eu só consigo ser direta, só consigo dizer que chega né? de ficar com essas de suspiros e outra bobeiras shakespeareanas. A história toda aconteceu só dentro da minha cabeça e lá deve ficar. Só. Porque a vida continua, nega, e Salvador é overnight. Tá na hora de desabar água pra lavar o que tem que limpar. Até porque, it's all about sex. E sex tem em todo lugar!
Opa, consegui.

 

 

 

Thursday, October 29, 2009

reclamations of the seas

Esse post vai começar com reclamações, depois vai falar do novo navio da Royal e no final tem um vídeo engraçado. Isso porque reclamar das coisas que eu vou reclamar e babar no navio novo são as duas coisas mais importantes do meu dia, além do vídeo, claro. E eu resolvi que colocar isso no blog é legal porque em algum lugar de mim eu acredito mesmo que alguém se importa. Sou emo. E para os que não se importam, o vídeo salva a visita. Um post planejado, eu diria...

Ok, reclamaçõe. Ontem no ônibus a moça do meu lado tava carregada de Ma Cherie. Porra, quer usar Ma Cherie depois de 1994, tudo bem. Mas MANERA. Que eu fique espirrando (com catarrinho) por horas. E isso me fez pensar numas coisas. As mesmas coisas de sempre, mas sob um olhar mais revoltado, RBD mesmo saca? Porque assim, graças a Alá minha situação de saúde melhorou muito e tal, quase sarei já e isso é muito bom. Eu sei que ficar gordinha é nada perto do que poderia ter me acontecido e tal. Fico grata também que eu tive o apoio da melhor família do mundo. Isso tudo eu reconheço a importância. A rebeldia foi: mas o que eu fiz para ficar doente in the first place? Porque eu me cuido. Eu sou uma boa pessoa. Eu não maltrato animais. Por que cacete eu mereci uma doencinha? Isso me revolta principalmente porque as pessoas acham esse tipo de pensamento absurdo e aí eu sou obrigada a me sentir mal por não ter curtido muito o ato de adoecer. E aliás, eu bem tenho que me sentir culpada por uma série de opiniões que eu tenho. Sempre acabo tendo que calar a boca porque eu vivo num mundo onde as pessoas NUNCA dão a PORRA do braço a torcer. E toda essa revolta faz minha vontade de embarcar crescer em progressão geométrica. Porque lá, minha gente, é outro mundo. E tudo que eu preciso agora é de um mundo novo.

Falando em embarcar, né? E esse Oasis of the Seas? Você deve ter ouvido no rádio, mas se num ouviu, trata-se do novo navio da Royal Caribbean. Ele é pequeno, cabe só 6 mil passageiros. Tipo, no maior navio da CVC cabe 2800, para você ter uma idéia. Aliás, cabe mais gente lá do que tinha de plaquetas no meu sangue em agosto! HAHA! E assim, tem parque aquático, parque de diversões, teatro a céu aberto, teatro a céu fechado, cinema, cinema infantil, tiroleza, piscina de ONDAS onde você pode actually surfar, e tem árvores, flores, milhares de restaurantes, bares, spa's e carrossel e tudo que você pode imaginar. E uma pista de patinação no gelo, porque isso você não imaginaria, né? Aí man, imagina se eu acabo embarcando nele? Porque todo mundo sabe (alocka) que eu passei na Royal né? Meio que eu tenho uma chance em vinte duas de ir nesse. Mas como eu sou brasileira e eles não vão querer sujar o navio com brasileiro que já vão querer enfiar as mão na parede, acho que num vou nesse não. Tudo bem. Se você quiser ver mais coisas desse monstrengos dos mares, clique aqui nesse hominho \o/. Mas se estiver CAGANDO pro navio da Royal, continue lendo...

...porque agora vem a melhor parte desse texto: o vídeo.
É de cagar de rir, gente, então põe fralda! :D

 

 

 

Monday, October 26, 2009

Igor, o arquiteto

Era uma vez um arquiteto. Aliás, arquiteto é quem faz arquitetura. Esse moço só gostava de desenhar prédios. Um dia esse moço, que eu vou chamar de... Igor! Tá, é o mesmo nome de uns posts atrás mas o blog é meu. Enfim, o Igor estava em casa assistindo TV e se sentiu entediado. Aí ele pediu para o pai dele arranjar alguma coisa divertida para ele fazer. Como o pai do Igor era médico, resolveu pedir pro Igor desenhar um hospital bem bonito. O Igor, que já assistiu todas as temporadas de House e, por isso, entende tudo de arquitetura hospitalar, desenhou um hospital. E deu muito trabalho pedir para as pessoas fazerem o desenho, então o Igor insistiu que papai actually construísse o hospital que ele tinha desenhado. Igor era filho único. Papai construiu.
Foi só depois de pronto que as pessoas começaram a perceber que hey! Assistir House não é suficiente para saber como é um hospital! E HEY! Gostar de desenhar não é ser arquiteto! Mas já era tarde. A sala de cirurgia ficava em cima da cozinha, a ala de psiquiatria ficava no andar mais alto sem grades nas janelas, ao lado do berçario. A geriatria não tinha janela e o Pronto Socorro era de dificílimo acesso.
Sabe o que aconteceu com os pacientes do hospital?
Todo mundo morreu.

Essa é uma história verdadeira, aconteceu com o amigo de um amigo meu. #CartoonNetwork

 

 

 

Friday, October 23, 2009

Said mommy...

Se minha filha estivesse estudando marketing e resolvesse que colar na prova sobre Kotler era uma decisão sábia, eu diria pra ela: filha! O Phi é o cara do marketing! É a base de tudo, o começo. A gente mais tarde descobre que tudo que ele falou já pouco existe hoje em dia, mas para descobrir isso a gente tem que saber o que ele falou! É a mesma coisa que o moço que faz medicina resolvesse que ah! vou colar na prova de anatomia! dá nada! Porra, filha! Você tem que pensar que a faculdade não é colégio. No colégio você é obrigado a saber aquelas coisas porque é. No colégio você pode odiar física e química o quanto quiser, mas o mínimo você tem que saber. Já na faculdade não, você escolheu aquilo lá e provavelmente é aquilo que você vai fazer pro resto da sua vida. E você vai querer ser uma incompetente o resto da vida? Você tem que ser a mais foda em qualquer coisa que resolver fazer. Para isso, benhê, tem que estudar. Pára com essa de que estudar é chato que a adolescência já passou. Agora é vida real. Agora tá valendo, acabou o treino.

Se minha filha estivesse indo fazer o treinamento da mega amanhã, eu diria pra ela: vá em frente, filha! Vá mesmo, aprenda tudo de bom que pessoas como a Regina têm a ensinar. Vai lá, trabalhe em hotéis, brinque com crianças porque o riso de uma criança é uma das coisas que fazem tudo valer a pena. Quando você percebe que você é a causa daquele riso então, você sente que completou alguma coisa a mais aí. Você sente que passou de fase. Mas filha, preste atenção no que a mamãe vai falar - a mega não é a Unilever. Lá você não tem muito pra onde crescer. Filha, cuidado se começarem a falar que você é boa. Cuidado pra não acreditar. Porque se você acreditar, vai achar que recreação é isso e acabou. Se um dia você estiver andando pela Rua São Paulo se sentindo a fodona, tá na hora de sair de lá. Porque quando você alcança o topo, pára de se preocupar em subir mais. E aí você corre o risco de estagnar lá, sem evoluir pra lugar nenhum por três longos anos. Acredite, filha, você não quer isso pra você.

Se minha filha pegasse um cara que... ah, deixa! Eu batia nela e ponto final.

 

 

 

Wednesday, October 21, 2009

o sapo e a bala

Os sapos, como todo mamífero, utilizam suas nadadeiras para se locomover no pântano. Na temporada de pesca de sapo - que se dá entre março e julho - as varinhas as vezes ferem as nadadeiras dos sapos e eles não conseguem mais se reproduzir. Aí ficam enrolando as rãs, coitadas, dizendo que estão com dor de cabeça e nada de motel.
É aí que as rãs, danadas que são, compram na loja perto do fórum, uma balinha reluzente e dão a balinha para os sapos. Em cerca de 48 minutos, os sapos sentem uma vontade enorme de falar sobre o quão engraçadas as formigas são quando chove em cima delas e acabam levando as rãs pro motel porque sei lá, eles não estão fazendo nada mesmo, né?
Por fim, quando os sapos fazem cocô, as balinhas saem pela coacla. E os lenhadores pegam achando que é ouro. Mas não é.

The end.