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reclamations of the seas

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Esse post vai começar com reclamações, depois vai falar do novo navio da Royal e no final tem um vídeo engraçado. Isso porque reclamar das coisas que eu vou reclamar e babar no navio novo são as duas coisas mais importantes do meu dia, além do vídeo, claro. E eu resolvi que colocar isso no blog é legal porque em algum lugar de mim eu acredito mesmo que alguém se importa. Sou emo. E para os que não se importam, o vídeo salva a visita. Um post planejado, eu diria... Ok, reclamaçõe. Ontem no ônibus a moça do meu lado tava carregada de Ma Cherie. Porra, quer usar Ma Cherie depois de 1994, tudo bem. Mas MANERA. Que eu fique espirrando (com catarrinho) por horas. E isso me fez pensar numas coisas. As mesmas coisas de sempre, mas sob um olhar mais revoltado, RBD mesmo saca? Porque assim, graças a Alá minha situação de saúde melhorou muito e tal, quase sarei já e isso é muito bom. Eu sei que ficar gordinha é nada perto do que poderia ter me acontecido e tal. Fico grata também que eu tive o apo...

Igor, o arquiteto

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Era uma vez um arquiteto. Aliás, arquiteto é quem faz arquitetura. Esse moço só gostava de desenhar prédios. Um dia esse moço, que eu vou chamar de... Igor! Tá, é o mesmo nome de uns posts atrás mas o blog é meu. Enfim, o Igor estava em casa assistindo TV e se sentiu entediado. Aí ele pediu para o pai dele arranjar alguma coisa divertida para ele fazer. Como o pai do Igor era médico, resolveu pedir pro Igor desenhar um hospital bem bonito. O Igor, que já assistiu todas as temporadas de House e, por isso, entende tudo de arquitetura hospitalar, desenhou um hospital. E deu muito trabalho pedir para as pessoas fazerem o desenho, então o Igor insistiu que papai actually construísse o hospital que ele tinha desenhado. Igor era filho único. Papai construiu. Foi só depois de pronto que as pessoas começaram a perceber que hey! Assistir House não é suficiente para saber como é um hospital! E HEY! Gostar de desenhar não é ser arquiteto! Mas já era tarde. A sala de cirurgia ficava em cima da cozi...

Said mommy...

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Se minha filha estivesse estudando marketing e resolvesse que colar na prova sobre Kotler era uma decisão sábia, eu diria pra ela: filha! O Phi é o cara do marketing! É a base de tudo, o começo. A gente mais tarde descobre que tudo que ele falou já pouco existe hoje em dia, mas para descobrir isso a gente tem que saber o que ele falou! É a mesma coisa que o moço que faz medicina resolvesse que ah! vou colar na prova de anatomia! dá nada! Porra, filha! Você tem que pensar que a faculdade não é colégio. No colégio você é obrigado a saber aquelas coisas porque é. No colégio você pode odiar física e química o quanto quiser, mas o mínimo você tem que saber. Já na faculdade não, você escolheu aquilo lá e provavelmente é aquilo que você vai fazer pro resto da sua vida. E você vai querer ser uma incompetente o resto da vida? Você tem que ser a mais foda em qualquer coisa que resolver fazer. Para isso, benhê, tem que estudar. Pára com essa de que estudar é chato que a adolescência já passou. A...

o sapo e a bala

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Os sapos, como todo mamífero, utilizam suas nadadeiras para se locomover no pântano. Na temporada de pesca de sapo - que se dá entre março e julho - as varinhas as vezes ferem as nadadeiras dos sapos e eles não conseguem mais se reproduzir. Aí ficam enrolando as rãs, coitadas, dizendo que estão com dor de cabeça e nada de motel. É aí que as rãs, danadas que são, compram na loja perto do fórum, uma balinha reluzente e dão a balinha para os sapos. Em cerca de 48 minutos, os sapos sentem uma vontade enorme de falar sobre o quão engraçadas as formigas são quando chove em cima delas e acabam levando as rãs pro motel porque sei lá, eles não estão fazendo nada mesmo, né? Por fim, quando os sapos fazem cocô, as balinhas saem pela coacla. E os lenhadores pegam achando que é ouro. Mas não é. The end.

desabaphey!

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Era uma vez dois estados de espírito que eram irmãos: o cansaço e a raivinha. Eles eram gêmeos e se pareciam muito. Aí uma elefoa alada estava andando pelo pântano quando o cansaço saiu correndo e pulou em cima dela. E como ele era muito parecido com a raivinha, todo mundo achava que a elefoa estava brava. MAS A ELEFOA SÓ ESTAVA CANSADA! PORRA! Agora chega de didática. Eu tô cansada. Sabe por quê, criançada? Porque este é um semestre estranho. Talvez eu já tenha falado sobre isso uma ou trinta e oito vezes, mas o blog é meu. Então se você pensou ah, nem quero aturar draminhas, vai ler o cersibon que é excelente! *alunos se levantam das cadeiras e saem. sobra só o igor, que dorme* Para você que ficou, igor, o semestre está estranho porque eu sou agora muitas coisas que eu nunca tinha sido antes. Primeiro que no começo do ano eu tomei um feedback que me deixou meio desnorteada em relação à vida. Depois eu transformei essa bordoada [gênial essa palavra] em gás e peidei e comecei a bus...

Solucionando os Mistérios da Putaria - Episódio I

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Porque nat, o nosso cérebro é dividido em três partes: o consciente, o inconsciente e... num lembro o nome do outro. Acho que é o superego. Que, aliás gente, não tem NADA a ver com pessoas convencidas, tá? Superego é o bróder que impede a gente de mandar o chefe tomar no cu, de ir pra escola de roupa de coelhinho e essas coisas que a gente quer fazer, mas num faz. Num faz por causa do superego. Mas agora eu realmente num lembro se isso é a terceira parte do cérebro na divisão lá, ou se só tem duas. Acho que só tem duas. ENFIM NÉ? O consciente é aquela coisa que a gente lembra e assume. O inconsciente é a coisa que a gente lembra mas num assume. Brincadeira, a gente num lembra. Mas o cérebro lembra e manda as coordenadas para o resto do corpo, como se a gente realmente soubesse o que está fazendo. Por isso que se um dia um fígado acebolado #DougFunny te fez mal, o cheiro dele te faz querer vomitar. Tudo bem que você provavelmente lembra que ele te fez mal então esse foi um péssimo exem...

a culpa é sua

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Eu ando meio cu, sabe? Meio mau humorada, meio se fodendo pra tudo. Comecei a pensar no que será que está acontecendo. Conclui que o problema é você. Você tomou conta da minha vida, do meu corpo, da minha mente. Você me dominou. Preciso cada dia da minha dose de você. Cheguei ao absurdo de dizer: sem você eu não vivo. Não consigo mais acordar sem pensar em você, cada vez que eu olho no espelho, que eu olho pra mim, eu vejo você. Você já está em mim. Eles dizem que esse tipo de coisa é essencial na vida da gente, e eu sempre discordei deles. Mas agora não teve jeito, foi mais forte do que tudo que eu já tinha vivido. Você não apareceu na minha vida, te enfiaram. Jogaram você pra cima de mim e eu tive que te engolir. Literalmente. - Oi? Engolir literalmente? - É, Prednisona, engolir você. Remedinho filhodaputa.