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This is another letter. Dear Lilly, It is pretty unusual the way things works inside my head. I sometimes am sure of my own insanity for quite too often I have created a whole story - drama story mostly - about single facts of life. This behaviour has nearly driven me to madness as I suffer from the things I created my own, always based in assumptions I make, and these assumptions are based on what I would absolutely love to call drugs but they are not. Because I consider myself intelligent, I believe in every single idea I have, every single assumption. You know Li, Shakespeare was wrong. Assumption is a green-eyed monster. I assumed something was wrong with you because I had this feeling I needed to tell you how much found of you am I, thus creating a whole problem in your life, getting worried about you and suffering from the lack of hability to help you with your my-mind-only-knows problem. I deeply hope I am wrong this time like I always am. Always. And although I really enjoy wri...

Latest Thoughts

This is a letter. Dear Lilly, The universe sometimes works in a misterious way. We as humans cannot prevent certain things from happening and thus we shall accept whatever comes to us. That being said I must then tell you my latest unexplicable desire: to tell you what I am about to. Please understand the following words as being the purest truth one can ever say and avoid wasting your time trying to understand the reasons that led me to tell you what - once again - I am about to. I like you. You can assume this is partly truth because of the way I have always treated you but I am afraid you have no faintest idea of how sincerely and deeply I mean what I just said. Or wrote. My assumption is based on the fact that I am - if not always, then most of the time - making jokes with every single thing that comes out of my mouth. Although that is precisely right, I must tell you that even the most funny and apparently meaningless thought I share has some - and sometimes lots - of truth on it....

Random Girl

Eu sou inteligente. Acho que não é a primeira nem a segunda vez que eu começo um post com essa frase e toda vez eu me sinto meio babaca de falar isso. Mas eu sou inteligente. Me acho inteligente porque eu tenho uma percepção diferente de muitas coisas. Nem preciso ser uma metamorfose ambulente pra não ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Claro que eu aprendi esses conceitos que formam o meu pensamento com alguém. Com várias pessoas, na verdade. Eu gosto de conversar com as pessoas por isso: pra chupar as melhores idéias. Por isso algumas pessoas concordam comigo em algumas coisas mas acho que nunca uma pessoa concorda comigo em tudo. Tudo bem, tô aqui pra ser eleita não. A questão é: eu sou inteligente. E não posso simplesmente ignorar este fato e agir como se eu de fato tivesse aquela velha velha velha opinião formada sobre tudo, sobre o que é o amor, sobre o que eu nem sei quem sou. Eu não posso me trair, não posso fazer a hipócrita comigo mesma. Mas é um fardo, eu confesso. ...

Irmão Rico

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Desde que a gente era pequeno, a diferença entre nós dois era bem clara: ele é menino e eu sou menina. Heh. Além disso, todo mundo sempre soube que ele era o cara da razão e eu era a imbecil. Quando a gente brigava, independente do motivo, eu apanhava. Porque meus pais sabiam que eu não valia nada. E era verdade, eu era um pequeno demônio. Cor de rosa. E a gente foi crescendo e as diferenças continuavam as mesmas. Mas sabe, num era tipo o Laboratório de Dexter que ele era super estudioso e eu tomoava ácido que nem a DeeDee. Ele bebe e faz merda, eu estudo e me formo. Rola um certo equilíbrio, não é nada extremo. Mas visto de cima, ele estuda Ciências Contábeis na USP e eu me formei em Publicidade na Cásper. Ele trabalha no maior banco de investimentos do mundo, eu trabalho como freelancer em um monte de coisa que num vale nada. Eu me divirto, eu viajo, eu não tenho um centavo na carteira. Ele viaja pra ver museus e deve ter mais dinheiro que todo mundo aqui de casa junto. A gente nunca...

Lost

Eu gostei. Vocês aí podem achar que o final de lost foi que nem aquelas redações que a gente fazia na escola onde o final é que era um sonho. Mas eu gostei. Porque se você for pensar, os caras fizeram uma série sobre espiritismo, religião, fé. Só que não parecia. De outro jeito, de um jeito sensacional. A gente se perdeu, claro. O tempo entre as temporadas era enorme e muito do que acontecia a gente logo esquecia. Alguns detalhes ainda ficaram sem muita explicação (tipo o filho do Jack). Mas tá, quer documentário? Assiste NatGeo. Então eles morreram e estavam no purgatório. Aos poucos eles foram saindo de lá, indo para uma after-life esperando que todos pudessem se redimir juntos. Pra daí então seguir em frente. Que foda. Quem ia morrendo na ilha não estava morrendo, estava se livrando. O Richard vendeu a alma e pagou por um tempão. O Jack precisou aprender a ter fé, o Hurley precisou confiar nele mesmo. Mas e o Ben? O Ben morreu quando nasceu, morreu junto com a mãe dele. Então por qu...

ô Sophia

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Um dia eu estava brincando com ela e ela semi brigou comigo. Aí eu fiz cara de triste, que é o que você faz quando uma menininha de 3 anos briga com você. E ela que é a mais docinha das menininhas de 3 anos, me perguntou fazendo carinho no meu braço: - Amiga, por que você está triste? - Porque você brigou comigo. Daí a menininha de 3 anos mais fofa que existe colocou uma mão na cintura, com a outra apontou o dedo na minha cara e disse: - TÁ VENDO? POR ISSO QUE EU BRIGO COM VOCÊ! PORQUE VOCÊ É CHATA ! Os pais dela se chamam Lígia e André. - Sophia, qual o nome da mamãe? - Lígia. - E do papai? - Lígio. O pessoal estava bebendo cerveja em um churrasco e, por alguma razão, precisávamos mudar aquela mesa de lugar. Sophia não gostou: - Ei, onde você vai com a nossa cerveja ? A gente tem um monte de toques especiais. O "Tô de olho em você", o "Barriga Vermelha", entre outros. É a criança mais inteligente do mundo mas é uma CABEÇUDA com as cores. Não acerta uma. Genética, n...

dois meses

Em 20 de março eu me preparava ansiosamente para embarcar no Liberty of the Seas, um dos maiores navios do mundo onde eu ficaria por seis meses passeando pelo caribe. Embarquei enfim dia 28 e eis que dia 4 de abril eu já estava de volta, tendo estado em 5 países diferentes, conhecido gente do mundo todo, feito coisas que eu nunca imaginaria fazer e ter sido presa. Eu voltei e vou falar disso depois. Daí fiquei em casa sem grana e sem moral. Fui procurar emprego e meti na cabeça que tinha que dar aula de inglês. Currículo, entrevista, comecei. Odiei. Muito. Mesmo. Principalmente o salário OI QUE SALÁRIO? Preciso de grana. Pocotó me ligou. Vamos trabalhar comigo? Sim. Saí. E estou em casa de novo, sem dinheiro e sem moral. Heh.